INSS anuncia pente-fino com 152 mil beneficiários de auxílio-doença e aposentadoria por invalidez

O Governo Federal publicou edital nesta quinta-feira (12) no “Diário Oficial da União” que convoca para perícia médica pessoas que recebem auxílio-doença ou aposentadoria por invalidez do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Paralímpicos falam sobre bullying e inclusão de deficientes

Marco Aurélio e José Jesus, atletas paralímpicos medalhistas em olimpíadas, estiveram no Colégio Renil, em Mauá, palestrando para alunos dos 6º e 7º anos abordando dois assuntos muitos discutidos na atualidade: bullying e a inclusão de deficientes.

Fazendinha é diferencial no Jardim Renil Kids

Mini Horse, carneiro, jaboti, galinha, porquinho da índia, coelho, cachorro e porco, são alguns dos animais mantidos pela escola e que contribuem na formação dos alunos nas disciplinas de natureza e sociedade, inglês e matemática.

Arena da “Patrulha Canina” invade o Mauá Plaza Shopping

Várias atividades da turminha mais corajosa da televisão estarão na Praça de Eventos a partir do dia 10 de abril. As inscrições são gratuitas e podem participar crianças de 03 a 12 anos.

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quinta-feira, 9 de março de 2017

Licitações em Ribeirão Pires estão nas mãos de acusado por improbidade

Secretário de Administração e Modernização, Adriano Dias Campos, responde a processo na cidade de Campos do Jordão

O prefeito de Ribeirão Pires, Kiko Teixeira (PSB), não está conseguindo finalizar importantes licitações na Estância. O Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP) vem barrando os certames, acolhendo denúncias de irregularidades e direcionamento nos processos. Por duas vezes, o Tribunal cancelou o processo voltado à formação de Registro de Preços para o fornecimento de kit para insulino dependentes, as conhecidas fitas para portadores de diabetes (Leia matéria nesta página).

A frente dos processos licitatórios está o secretário de Administração e Modernização, Adriano Dias Campos, réu na Justiça por assegurar pagamentos supostamente irregulares a uma empresa fornecedora da Prefeitura de Campos do Jordão, quando era o responsável pela pasta de Assuntos Jurídicos. O valor da ação é de R$ 404,8 mil. A Ação Civil Pública por Improbidade Administrativa corre no Fórum de Campos do Jornal desde 2009.

Naquele ano a Justiça descobriu que Adriano e outros agentes públicos, autorizaram a empresa Vale Tudo Reciclagem prestar serviços sem nenhum tipo de contrato ou licitação aberta.

Na época jornais locais publicaram a abertura de investigação e pontuaram que a  empresa responsável para a execução dos serviços de reciclagem na cidade era a Tudo Vale de Caçapava, mas foi descoberto que a Tudo Vale havia se desvinculado da administração.

Sem explicação ou outro processo licitatório, a empresa Vale Tudo Reciclagem passou a executar o serviço. A Vale Tudo, que não possui CNPJ nem inscrição na Junta Comercial do Estado, na época da contratação era administrada por um vereador da cidade, novamente eleito em 2016.

A secretário da Estância tentou se desvincular do processo que corre na 1ª Vara da Justiça de Campos do Jordão, mas teve o pedido negado pelo Juiz Mateus Veloso Rodrigues Filho.

“O requerido Adriano afirma que é parte ilegítima para figurar no polo passivo da demanda. Contudo, os documentos carreados aos autos comprovam que ele era secretário de negócio jurídicos do Município a época dos fatos. Devendo, portanto, integrar o polo passivo desta demanda. Anoto que, segundo a teoria da asserção, a pertinência subjetiva da lide deve ser analisada em abstrato, não se confundindo com a relação jurídica de direito material. Assim, o requerido é parte legítima para figurar no polo passivo da demanda, sendo a efetiva responsabilização dele pelo evento descrito na peça inicial matéria adstrita ao mérito da causa”, indicou o juiz no despacho.

A Prefeitura de Ribeirão Pires não se pronunciou sobre o fato. O prefeito Kiko Teixeira também não falou publicamente sobre o caso.

Extraído do jornal Folha de Ribeirão Pires

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Ribeirão Pires: TCE barra três licitações de Kiko e aponta possível direcionamento

Tribunal de Contas do Estado ordenou a suspensão dos certames de aquisição de papel sulfite, kit de insulina e integrador químico

O Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE) barrou três licitações abertas pela Prefeitura de Ribeirão Pires, sob a administração do prefeito Kiko Teixeira (PSB).
 
O pregão 001/2017 foi barrado no início deste mês, e visava a compra de papel sulfite. O certame foi suspenso por não seguir as normas previstas em legislação.
 
O erro estaria no prazo de divulgação do edital. A licitação ocorreria no dia 08 de fevereiro, mas continua suspensa por ordem do Tribunal.
 
“E deverá assim permanecer até que se profira decisão final sobre o caso”, despachou  Alexandre Sarquis, conselheiro do Tribunal de Contas responsável pelo certame.
 
A Prefeitura de Ribeirão Pires informa que cumpriu a solicitação do Tribunal de Contas de suspender o referido edital e disponibilizou as informações requeridas para a análise do processo licitatório. A motivação da representação foi decorrente de erro material na contagem do prazo de publicidade do edital, concedendo-se sete dias úteis ao invés dos oito dias úteis previstos em lei.
 
Na manhã de segunda-feira passada, tornou-se público mais uma intervenção do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, agora no pregão 002/2017, destinado ao fornecimento de kit para insulina dependente.
 
Pelo voto do conselheiro Renato Martins Costa, a licitação fica suspensa até decisão final da Corte.
 
O Tribunal entendeu que o detalhamento do produto “aparenta ir além daquele tido por razoável”.
 
“Vejo que o instrumento convocatório solicita tiras reagentes para glicemia capilar (que façam amostras capilares, venosas e arteriais, por metodologia de amperometria), o que parece contrariar firme jurisprudência deste Tribunal no sentido de que também seria possível a demanda de tecnologia fotométrica, tendo em vista que ambas possuem registro no órgão competente (Anvisa)”, registra o Conselheiro, e continua: “Ademais, também a requisição de ‘memória mínima de 450 resultados’ por aparelho se afigura restritiva à competição”.
 
A Prefeitura informou que já publicou a revogação do certame em questão, de acordo com o relatório do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, e republicará imediatamente o novo edital com as alterações indicadas.
 
A Folha questionou se o atraso na licitação poderia trazer interrupção no fornecimento dos kits, mas a Prefeitura não se pronunciou sobre a esta possibilidade.
 
No final da tarde de segunda-feira, o Tribunal de Contas barrou a terceira licitação do governo Kiko Teixeira, o pregão 004/2017, com o objetivo de contratar empresa responsável por fornecer integrador químico (utilizado no processo de esterilização).
 
Pela denúncia fora descumprido o prazo legal estabelecido no processo e a exigência de que a vencedora deverá entregar e manter incubadora, sem saber se será ou não o fornecedor.
 
Diante das incertezas expostas nas denúncias, o conselheiro Renato Martins Costa determinou a suspensão do certame por período indeterminado.
 
Em resposta a Prefeitura suspendeu o processo e enviará toda a documentação necessária para a análise do TCE. Representante questionou exigências usualmente adotadas para o tipo de licitação de contratação de materiais de enfermagem, a exemplo de licença de funcionamento da Vigilância Sanitária e de registro do produto junto à Anvisa.

Extraído do jornal Folha de Ribeirão Pires